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NO BOM CAMINHO...
Duas notícias recentes mostram que o turismo do Algarve parece ter encontrado o caminho da sua qualificação... Ou melhor, da sua requalificação pois, durante décadas, os disparates foram mais que muitos e o nosso Algarve funcionava como a galinha dos ovos de ouro pronta a salvar qualquer “pato-bravo” falido vindo lá de uma qualquer “póvoa de alguidares de cima”...
Estas duas notícias de que falo, mostram que a qualidade está a instalar-se... Mas é preciso manter este rumo, é preciso não voltar ao tempo do disparate dos “patos-bravos”.
Uma destas notícias é sobre o maior e mais luxuoso campo de golfe da Península que está a nascer aqui no Sotavento. Construído nas colinas do sul da serra do Caldeirão, este golfe clube destina-se, obviamente, a atrair jogadores milionários. Ou seja, o tipo de turista que rareia hoje em dia no Algarve e que é aquele que é preciso atrair... Os impactos económicos positivos deste empreendimento já começaram de resto a fazer-se sentir...
Outra notícia da subida da qualidade do Algarve é a da integração dos festivais de marisco e da sardinha de Olhão e de Portimão no programa de eventos do Algarve, com o consequente aperfeiçoamento da oferta, que procura atrair públicos mais sofisticados, além dos tradicionais... E que procura ainda dar a conhecer a rica, genuína e única cozinha do Algarve. Ou como já disse alguém: o nosso xerém não deve nada à polenta italiana, bem pelo contrário. Mas quem é que o sabe...? Se, até agora, para encontrar xerém num restaurante é preciso uma pessoa levantar-se cedo e acaba por ser mais difícil que encontrar uma agulha num palheiro... E, depois, há uns ingleses que ficam a pensar que a gente só sabe fazer e comer... sardinha assada!
Por isso, é importante mostrar a riqueza da nossa gastronomia... Mas também é verdade que só vale a pena mostrá-la a quem a saiba apreciar e... a possa pagar.
Por isso digo que estas são duas boas notícias para o nosso Algarve, para a sua economia, para a criação de riqueza e de postos de trabalho... Para a qualidade!
Boas férias, bom Verão... e até Setembro!
FALTA COMBUSTÍVEL ÀS FORÇAS DE SEGURANÇA
Temos aqui alertado para os problemas de segurança no Algarve e, sobretudo, para o facto de que uma região com uma economia turística como a nossa não poder ter nem conseguir suportar problemas de segurança.
Mas a coisa continua e temos de voltar a falar dela. Penso que os nossos dirigentes políticos, quer do lado do governo, quer das bandas da oposição, ainda não perceberam que há no Algarve um problema de segurança. Se perceberam, fazem como se não tivessem percebido. Temo, aliás, que, como é costume, acordem demasiado tarde.
Por exemplo, este mês de Junho, tem sido uma calamidade nas zonas mais interiores do concelho de Tavira. Casas, estabelecimentos e até colectividades têm sido assaltadas e roubadas. A população, obviamente, anda assustada e sente que se esqueceram dela, que a abandonaram e diz – e bem – que os políticos só aparecem quando não são precisos e para pedir votos... A GNR parece fazer o que pode, mas a verdade é que pode pouco! Basta, aliás, ver o orçamento que têm para combustível para perceber que eles quase não podem sair do posto.
Assaltos também é o que os barcos espanhóis fazem na nossa costa. Há dias, foi apanhada na baia de Monte Gordo uma traineira espanhola useira e vezeira no rapinanço... Curiosamente, ainda nem tinha pago as coimas por anteriores crimes. O Tribunal de Tavira deu ordem para a sua apreensão até pagar tudo... Esperemos que à Armada e à Polícia Marítima não venham também a faltar os combustíveis, como já acontece à GNR.
Todos os dias são “Dia de Portugal”
Dia de Portugal… Dia de um pequeno país, que é um arquipélago no Atlântico Nordeste, entre a Europa e a América, aberto ao mundo e que, hoje, a onda da crise mundial atinge em cheio e lhe destrói as esperanças como castelos de areia face a uma vaga mais forte. Altura para percebermos que temos muito a fazer se quisermos salvar alguma coisa no meio desta tempestade mundial que arrasa tudo à sua passagem.
Que Portugal queremos e como o podemos construir e defender? É esta, para mim, a grande pergunta deste Dia de Portugal.
É óbvio que precisamos de três coisas: emprego, desenvolvimento e segurança. A segurança que garante desenvolvimento e emprego. Mas em que investir para alcançar desenvolvimento e emprego?
Quem tem estudado, há anos e muito a sério este problema, tem as respostas adequadas. Só falta mesmo pô-las em prática.
Sabem bem disso os meus amigos André Magrinho, José Carlos Zorrinho e o José Manuel Félix Ribeiro. Chegaram todos às mesmas conclusões, por vias diferentes.
Em suma, Portugal precisa de um “choque tecnológico” para assegurar desenvolvimento e exportações de alto valor acrescentado… E Portugal precisa de turismo e mais turismo para criar emprego. E Portugal precisa de segurança, de ser um país seguro, para atrair investimentos e turistas.
Temos soluções, só precisamos mesmo de saber concretizá-las, pô-las em prática. E para isso, todos os dias terão de ser… Dia de Portugal!
Como o petróleo muda o turismo
A brutal subida dos preços do petróleo vai ter graves consequências para a economia do Algarve.
Esta subida brutal veio para ficar. E se os pescadores são dos primeiros a senti-la, não vão ser os únicos. Longe disso. Senão vejamos. Com este aumento brutal do petróleo as companhias de aviação estão já em crise. E as que resistirem, as que não fecharem portas, vão ter que aumentar – e muito – o preço real dos bilhetes.
Quer dizer, acabaram as viagens de avião ao preço da uva mijona.
E sendo assim, há um certo tipo de turista que vai desaparecer do Algarve. Pela razão simples de que ficará em casa, por falta de dinheiro para o bilhete de avião. Portanto, é todo o negócio do turista barato que vai entrar em crise. Nos próximos anos – e mesmo já este Verão – só viaja quem em dinheiro para pagar os encarecidos bilhetes de avião. Quem não tiver, fica em casa.
O Algarve tem, portanto, de se virar para um tipo de turista mais exigente… e com mais dinheiro. Quer dizer, como aqui temos repetido, é urgente que o Algarve se requalifique. Pense no futuro e saiba ganhar a qualidade que lhe falta. Saiba aliar tradição e inovação. O fundamento (a tradição) a justificação (a inovação) para que valha a pena visitá-lo.
Senão, se o não fizer, se não formos capazes de fazer o que tem de ser feito, se ficarmos à espera, acontece o pior…Ficamos sem os turistas baratos (já que eles desaparecem, ficam em casa) e ficamos sem os turistas com dinheiro que exigem a qualidade que não temos.
Ou seja, esta crise é uma grande oportunidade. Assim, o Algarve seja capaz…
ALGARVE PRECISA DE SEGURANÇA
O Algarve está com problemas de segurança. E não vale a pena escondê-lo... Nestas coisas, é sempre melhor não fazer figura de avestruz e não meter a cabeça na areia à espera que a coisa passe. Isso é a forma mais rápida e segura para que as coisas piorem... E muito.
No relatório anual da segurança interna, Faro é o distrito com mais crimes em 2007.
Mas basta estar atento ao que se passa à nossa volta, basta ler os jornais todos os dias, para nos apercebermos de que as coisas não vão bem em matéria de segurança. Vão mesmo mal... E isto não é possível nem admissível numa região que vive do turismo e, portanto, precisa de segurança para viver e desenvolver a sua principal actividade económica.
Vejam-se os títulos recentes:
GNR aflita com falta de pessoal
Caixa Multibanco levada de supermercado
Roubada carrinha BMW
Casal traficava em Loulé
Assassinada em casa
Turistas assaltados e agredidos
E há muito mais mas já chega para se ver do que estou a falar.
Quem não fala nada sobre isto e está muito caladinho quando devia e tinha a obrigação de falar são os srs. Políticos. Quer os PSD, quer os do PS... Parece que eles não têm problemas de segurança e portanto não lhes interessa a coisa... Que se lixe. É mau. Muito mau. É melhor que abram os olhos antes que seja tarde.
O PS então tem uma dupla responsabilidade. Desde sempre que é o principal partido político do Algarve e é hoje o partido do Governo.
A direcção política do PS Algarve que tem feito? Que se saiba nada...
É péssimo e inaceitável. Pelo menos podiam alertar o Governo para esta situação de falta de segurança. Situação incompatível com o bem estar das populações e com a actividade económica do turismo.
SINAIS DA NECESSÁRIA REQUALIFICAÇÃO
O Algarve esteve recentemente em foco no El País. Este jornal madrileno de referência fez, há dias, um suplemento especial com propostas para o Verão. E o Algarve tinha aí um lugar de grande destaque.
O El País destaca as noites quentes do Festival Allgarve e suas estrelas de rock, jazz, blues e fado. Fala de Lou Reed, é claro, que vai cantar no Algarve na noite de 20 de Julho.
E fala de praias, lugares e cidades. E destaca a Ria Formosa, Tavira, Olhão, Silves, Monchique, Sagres e a costa de São Vicente, como cidades e locais que importa descobrir.... E não se detém nem aconselha outros onde a massificação passou dos limites. Uma lição do El País, a meditar por todos os que querem um Algarve requalificado.
Como exemplo desta requalificação necessária acho importante destacar o recentíssimo caso do Museu Municipal de Portimão. Um caso exemplar de inovação na fidelidade à tradição, a fórmula certa que aqui temos defendido para orientar a requalificação do nosso Algarve. E um caso exemplar que já se vê mesmo com merecido direito a um prémio europeu... E um exemplo a seguir.
TRADIÇÃO E… INOVAÇÃO
Face à crise da construção naval no Algarve, a Associação das Indústrias Marítimas propõe ao Governo a criação de um Fundo de Garantia ao Financiamento da Construção Naval. Isto com o objectivo – um pouco à maneiro do que os espanhóis fazem já há quase trinta anos – de garantir o financiamento dos clientes, até junto da banca. De facto, a Banca em Portugal é pouco dada a apoiar as empresas e prefere emprestar dinheiro a crédito a particulares para comprar automóveis e apartamentos. A banca em Portugal parece, de facto, ter medo das empresas… De facto, não há banca empresarial neste nosso país.
Por tudo isto, a proposta da Associação das Indústrias Marítimas faz todo o sentido e é de toda a urgência. A sobrevivência dos pequenos estaleiros algarvios depende em muito da concretização desta ideia e da criação do tal fundo de garantia.
Mas não haja ilusões, os empresários não podem ficar à espera do Governo. Sentados e de braços cruzados. À espera que lhes resolvam os problemas. Pelo contrário. Os empresários têm de se mexer. De procurar novos mercados e clientes... Oferecer novos serviços. E nunca deixar-se ficar presos à tradição e à actividade do costume.
E se os empresários da construção naval olharem bem à sua volta vão descobrir, estou certo disto, novos clientes de um novo tipo e coisas novas para fazer… A função do Governo é ajudar nesta inovação. E não – como muita vez aconteceu – ajudar a manter o que está – e que frequentemente está morto – e não tem viabilidade nenhuma. Isso é gastar dinheiro em balões de oxigénio a quem já não servem de nada. É queimar o dinheiro… que nos faz falta para outras coisas. É, como se costuma dizer, gastar cera com ruim defunto.
A tradição é boa, é mesmo indispensável, mas como base. Não pode ser nunca o horizonte. O horizonte, os objectivos para amanhã criam-se hoje. E como o que nos vem de ontem não chega há que inovar. Inventar coisas novas para continuar e desenvolver a… tradição.
Ou seja, só inovando vamos continuar a ser Algarve.
FINALMENTE, O HOSPITAL…
Finalmente, o Algarve vai ter um novo hospital. Penso que o compromisso de Sócrates é para tomar a sério e que podemos confiar nele. Este hospital já podia estar a andar. “Há anos”, disse José Sócrates. De facto, já oiço falar dele há anos… E quem não ouviu? Já ouvi uma série de primeiros-ministros e de ministros da saúde falar do novo hospital. Mas, de facto, só falavam. Agora, finalmente, vai ser. Sócrates lançou o concurso público para um novo hospital. E marcou um calendário de execução.
Com um investimento directo de 250 milhões de euros, o novo hospital deve estar a funcionar em pleno em 2013; em 2012 a estrutura deve estar concluída; as obras começam para o ano e nestes próximos meses decide-se o concurso público.
O hospital não é construído para substituir o outro mas sim para ser um hospital de referência para a região e no país, para ser uma peça essencial da economia da região. E esperemos que também para servir de infra-estrutura ao ensino da medicina, como quer – e bem – o reitor João Guerreiro.
Será – como disse Sócrates – não apenas um hospital novo mas um novo hospital… Que seja pois o Algarve merece e precisa.
Depois deste anúncio formal, veio o PSD dizer que isto é eleitoralismo e que o hospital é lançado quando já podia estar a funcionar… Têm razão: para o hospital estar já a funcionar, bastava que o governo do PSD de Barroso e de Santana Lopes o tivesse lançado. Desgraçadamente, não o fizeram. Falaram, falaram, mas não fizeram nada e agora queixam-se que é tarde e já podia e etc. e tal … Conversa…. A pergunta a fazer-lhes é simples: mas que raio fizeram quando podiam ter feito? A resposta também é simples: Nada… só conversa. Por isso, agora, um pouco de vergonha não lhes ficava mal…
Uma última nota: Macário tem razão. Ele descobriu agora que os empatas da Quercus não têm credibilidade… É verdade, não têm. Macário já podia ter descoberto isto há mais tempo, mas só agora lá chegou. Chegou atrasado, mas chegou. E nisto tem razão… E tarde é mesmo só o que nunca vem!
RESPONDER À CRISE
Daniel Bessa, um professor de Economia que tem estudado muito o caso português, deixou, há dias, no Algarve, um alerta sobre a próxima crise grave em Portugal e várias pistas para a ultrapassarmos bem.
"Portugal, disse Bessa, vai passar para ritmos de crescimento mais baixos" do que os actuais. Tudo isto devido à crise financeira mundial e ao consequente arrefecimento da economia global. Mas também tem consequências muito importantes para nós a “aterragem” da economia espanhola, que já está a mergulhar e se prevê que seja violenta. São factos e circunstâncias que nós não controlamos e nem sequer podemos influenciar mas que nos vão cair em cima da cabeça.
Para resistir e ultrapassar este desastre anunciado, Daniel Bessa defende que temos de definir “motores” para a nossa economia e apostar forte neles. Para ele é claro que os "motores" da economia portuguesa deverão ser as médias e as pequenas empresas. E citou exemplos – a Efacec, a Bial ou a Sogrape. Podia ter acrescentado a Edisoft, as empresas tecnológicas do pólo espacial e da defesa que se safam muito bem na competição mundial e até são líderes mundiais em certos segmentos bem avançados. Mas também, sejamos honestos, há que dizer que a todas elas falta “marca” e comunicação para se elevarem na cadeia de valor e ganhar o dinheiro que ainda não conseguem ganhar.
E esta “marca” é essencial para a aposta, que Bessa defende, nos mercados externos. E até para incentivar o nascimento de "start ups" e seus pequenos negócios destinados a crescer muito… no mercado global.
No mercado global também tem de apostar cada vez mais e com mais qualidade o turismo do nosso Algarve.
Daniel Bessa certamente estará de acordo que a aposta nas nossas pequenas e médias empresas tecnológicas e com vocação para o mercado global sendo estratégica e imprescindível não nos resolve, porém, um problema grave: o problema do emprego de centenas de milhares de pessoas pouco qualificadas…
E isso, o resolver o problema do emprego, é também estratégico e imprescindível. E só indústrias de mão-de-obra intensiva, como o turismo, o podem resolver… Daí a necessidade absoluta de manter e desenvolver uma política séria e inteligente para desenvolver e qualificar esta indústria estratégica – para o Algarve e também para Portugal – que é o turismo. E já não é sem tempo…
O PSD PARECE TENDENCIALMENTE RESIDUAL E REGIONALIZADO…
É uma crise grave de um partido histórico do arco governamental… Um partido que representa (ou representou…) uma parte importante do eleitorado e da democracia portuguesa.
Mas que parece perder-se em jogos pessoais e intrigas rasteiras e perder a política, a verdadeira, de vista.
LUÍS FILIPE MENEZES SAI PREMATURAMENTE sem honra, nem glória
Ele queria ser o Sarkozy português… Mas não é Sarkozy quem quer… Luís FilipeMenezes andou a berrar que queria ser Sarkozy. E agora invoca "contrariedades" oriundas do próprio partido para justificar o abandono. Se o autarca de Gaia conhecesse dez por cento (ou mesmo até apenas cinco!) das “contrariedades” que Sarkozy enfrentou e venceu, Menezes num tal cenário não se demitia apenas: suicidava-se mesmo.
Ora, Sarkozy está no Eliseu e quem lhe procurou arranjar “contrariedades” está a explicar-se em tribunal e diante de juízes. E não são quaisquer uns. Basta ver os nomes. Por exemplo, Villepin ou Chirac.
Diferenças…
Olhe-se agora para os candidatos que se alinham para a candidatura à próxima liderança do PSD e veja-se como a maioria dos nomes mais sonantes são oriundos do Porto e… políticos de segunda linha (além de Cadilhe, que foi ministro de Cavaco mas saiu sem honra nem glória, nenhum foi além de secretário de Estado ou presidente da Câmara apesar de serem já cinquentões).
De Lisboa não há candidatos. Manuela Ferreira Leite parece não estar convencida a ser a “dama de ferro” do PSD e Marcelo Rebelo de Sousa mesmo se adoraria voltar não é hoje, para o PSD, senão um professor de direito que faz comentários na televisão. Passos Coelho é ainda um “jota” de Coimbra que foi presidente da JSD.
Cotado com 26% das intenções de voto, o PSD, em termos de quadros dirigentes, não parece ter hoje massa crítica a sul e aparece com uma distribuição orgânica muito assimétrica e desequilibrada para norte de Leiria. E a demissão de Luís Filipe Menezes pode ter como consequência colateral o fim político do “último barão de Lisboa”, Ângelo Correia (que começou da pior maneira, no Verão passado, uma carreira de king’s maker… enganando-se redondamente na escolha do “rei”). Não deixaria de ser imensamente irónico que o inoxidável Ângelo fosse liquidado por este “fogo amigo” do instável Menezes.
Mas a grande questão que desta perspectiva se levanta é a seguinte: será hoje o PSD uma formação política residual, concentrando a massa crítica restante dos seus dirigentes no Porto…? Não me parece haver ainda uma resposta clara e definitiva para a pergunta, mas nas próximas semanas ver-se-á se o PSD escapa ou não a esta tendência para a residualização e regionalização… Mas se ela se acentuar, abre-se o campo a uma marcante recomposição da paisagem política portuguesa.
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